FRASES
- Há dias em que eu prefiro inverter a frase: NÓS GOZA, MAS NÓS SOFRE ! - O ódio não se confunde com nada; o amor, sim: com sexo, paixão, proteção, posse, dinheiro, prestígio etc.
Categoria: Frases
Escrito por César Garcia às 19h14
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HOMENAGEM
Homenageando o grande Gustave Flaubert, lembro que hoje, 8 de maio, completam-se 132 anos de sua morte. O site do museu em Rouen não é grande coisa, mas vale a pena visitar http://www3.chu-rouen.fr/Internet/connaitreCHU/culture/musee_flaubert/
Escrito por César Garcia às 18h58
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VIAGEM
O texto a seguir foi publicado no caderno de cultura do Estado de São Paulo de 29/4/2012. Vejam a que ponto chega a viagem dos comentaristas de Ulisses, de Joyce: "A frase inicial de Ulysses (1922) parece simples em inglês: "Stately, plump Buck Mulligan came from the stairhead, bearing a bowl of lather on wich a mirror and arazor lay crossed". Sua tradução para o português, no entanto, revela, se considerarmos as três versões completas do romance existentes no Brasil, posições cruciais dos tradutores quanto à maneira de verter o romance de James Joyce. Na pioneira tradução de Antônio Houaiss, publicada em 1966, o uso de duas palavras aparentemente pomposas, raras, conferem à abertura do romance uma solenidade que visa a acentuar talvez o caráter paródico da cena: "Sobranceiro, fornido, Buck Mulligan vinha do alto da escada, com um vaso de barbear, sobre o qual se cruzavam um espelho e uma navalha." Como se sabe, a ação de Ulysses começa às 8 horas do dia 16 de junho e termina no alvorecer do dia 17, um pouco antes das 4 horas da manhã. O vaso de barbear de Buck Mulligan representaria o cálice sagrado e o alto da escada, os degraus do altar. Dizem os estudiosos que a navalha indicaria a matança, o massacre, associando o "padre" ao açougueiro. Publicada em 2005, a tradução de Bernardina da Silveira Pinheiro opta por uma solução mais literal, que acentua de imediato o vínculo entre o sagrado e o profano: "Majestoso, o gorducho Buck Mulligan apareceu no topo da escada, trazendo na mão uma tigela com espuma sobre a qual repousavam, cruzados, um espelho e uma navalha de barba." Essa segunda versão de Ulysses em português explicita o que Houaiss deixou implícito, a espuma no vaso de barbear, que Joyce, no entanto, menciona".
Escrito por César Garcia às 19h06
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FLAUBERT
No dia 8 de maio de 1880, em Rouen, morreu Gustave Flaubert, autor da obra imortal Madame Bovary. O museu Flaubert, na mesma cidade, pode ser visto no site http://www3.chu-rouen.fr/Internet/connaitreCHU/culture/musee_flaubert/ . Está instalado na casa em que nasceu o escritor, junto ao hospital que teve como diretores seu pai e seu irmão. Por esta razão, é também um museu de medicina que expõe instrumentos e informações médicas muito curiosas.
Escrito por César Garcia às 18h37
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PROVÉRBIO
Políticos corruptos que ostentam sinais de riqueza não conhecem o provérbio: PORCO SABIDO NÃO ENGORDA.
Escrito por César Garcia às 10h39
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DISCUTINDO A RELAÇÃO
- Amor, está tudo no fim, vamos discutir a relação. - A essa hora, amor, estou com sono! - Amanhã vou sair cedo, tem que ser aqora. - Mas eu já sei o que você vai dizer. É sempre a mesma ladainha. - Não senhor, vou acrescentar algumas novidades. -Então escreva e deixe o papel em cima da mesa. - Nada disso, pegue papel e caneta e anote: arroz, feijão, café, açúcar, leite em pó, vinho, chocolate, compota... - Já sei o resto, pode deixar. - E pimenta, muita pimenta!
Escrito por César Garcia às 16h16
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PROUST Nous nous imaginons toujours, quand nous parlons, que ce sont nos oreilles, notre esprit qui écoutent.
Categoria: Frases
Escrito por César Garcia às 18h48
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valter hugo mãe na flip levou a plateia de duas mil pessoas ao delírio, sobretudo as desinibidas.
Categoria: Link
Escrito por César Garcia às 18h36
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ICONOCLASTA
LA PUTA DE BABILONIA, livro de Fernando Vallejo, publicado em 2007. O autor nasceu em 1942 na Colômbia e naturalizou-se mexicano em 2007. Veja uma passagem: “A impune bi-milenária tem contas pendentes comigo desde minha infância e aqui vão ser cobradas”, adverte Vallejo, na arrancada eletrizante de seu livro, uma espécie de anti-salmo:“La puta, la gran puta, la grandísima puta, la santurrona, la inquisidora, la torturadora, la falsificadora (…) la oscurantista, la impostora, la embaucadora, la difamadora, la estafadora de viudas, la homofóbica, la corrupta, la hipócrita, la parásita (…) la jesuítica, la dominica, la del Opus Dei…”, diz sobre aquela a quem muitos consideram a “Santa Madre Igreja”. Em O DESPENHADEIRO: "Ali Agca, seu filho-da-puta, por que não acertou a pontaria?". "Suíno", "veado", o papa ("em minúscula, porque a maiúscula fica bunduda demais para que esse preguiçoso a carregue") representa um Deus que "existe sim, mas não serve para porra nenhuma". Em um de seus melhores instantes de deboche, diz: "Nós estamos aqui embaixo para cumprir o plano criador de Deus, ou, na sua ausência, o Quinquenal do Partido Comunista".
Categoria: Dicas de livros
Escrito por César Garcia às 20h47
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EÇA DE QUEIROZ
OS POLÍTICOS E AS FRALDAS DEVEM SER TROCADOS FREQUENTEMENTE; E PELA MESMA RAZÃO.
Categoria: Frases
Escrito por César Garcia às 12h28
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CADERNO C.G. 29.3.12 Entre as pequenas histórias vividas por Fernando, no verão de 2011, na praia de Porto de Galinhas, em Pernambuco, esta mereceu atenção especial de seus pais. A família viera de São Paulo e estava alojada em uma pousada gozando as delícias do sol, do mar e da gastronomia local. Filho único, Fernando nunca estava sozinho graças à facilidade com que fazia amizades, mas, no décimo dia de férias, uma terça-feira, chegou cedo à praia e, não encontrando nenhum amigo, decidiu correr alguns quilômetros para aproveitar o tempo. Em um trecho deserto da praia avistou um caderno na areia que, pela figura da capa, pareceu-lhe pertencer a uma mulher. A ideia acrescentou curiosidade ao impulso natural de apanhar o inesperado objeto. Contrariando seu plano de voltar para encontrar os amigos, parou e sentiu-se preso à leitura das primeiras linhas. Sentou-se e leu o texto até ao fim e, em seguida, voltou a casa e contou aos pais o que lhe acontecera. Lidas e relidas as folhas, os três resolveram encarar o desafio de encontrar a proprietária do caderno mesmo sem contar com a informação mais importante: seu nome. A única pista era a estranha reflexão registrada, transcrita abaixo, que revelava realmente tratar-se de uma jovem.
EU EXISTO – Será verdade que eu não existo? Vejo o mar à minha frente, umas jangadas, uma onda atrás da outra, ouço o barulho da arrebentação. Às minhas costas, os coqueiros altos, verdes, o vento agitando as pás desses moinhos contra o céu azul que nem consigo ver bem por causa do sol que me ofusca. Essa areia sob meus pés, esse cheiro de sargaço, vontade de comer peixe frito com cerveja. Estou só agora, porque quero. Quando desejo, procuro minha turma e converso, ouço suas vozes, sei das notícias, combino encontro para a noite. Como é que eu não existo? Meus amigos vão dizer: sai dessa, cara, tu existe, sim, isso é coisa de maluco, vai ficar encucada com uma parada dessas? Aí eu vou dizer que existir não é só poder falar, ver, abraçar, pode querer dizer outra coisa mais abstrata que eu ainda não sei explicar. Eu preciso entender porque se for verdade sou capaz de enlouquecer. Serei apenas uma ilusão, uma personagem fictícia? Quem me criou, eu mesma? Se eu me criei quer dizer que eu existo e aí volta tudo à estaca zero. Como uma pessoa pode pensar que não existe? Se pensa, existe, já dizia o filósofo. A questão talvez seja outra, esses caras nunca falam claramente, por exemplo: se uma mulher parir uma menina numa ilha deserta, morrer no parto e a menina sobreviver – o que é terrivelmente improvável mas é só para raciocinar – a menina não vai existir para os outros porque os outros estão longe dali. Ela não vai saber quem é nem o que é porque isso a gente aprende vendo os outros e falando com eles. Mas é uma exceção muito doida que eu inventei. Eu vivo no meio da minha turma de amigas, não vou sozinha nem ao banheiro. É verdade que, às vezes, mesmo estando com elas eu me sinto sozinha, com a sensação de que não vou poder contar com o grupo para discutir algum assunto. Acho que os homens são mais solidários e nós, solitárias. Mas daí dizer que eu não existo é outra coisa. E elas, existem? Se eu perguntar, cada uma vai dizer que existe e perguntar se eu bebi. Elas existem, sim, cada uma com um nome, uma cabeça, um corpo, um jeito de ser. E eles também, da mesma forma, embora com suas manias de torcer por um time de futebol, pensar em sexo o tempo todo e querer mandar em nós, mulheres. Eles nos tratam como se fôssemos crianças; querem nos ensinar o tempo todo, a dirigir o carro, a dançar, a usar o computador, a TV, o tablet, o ifone... Sei não, eu preciso de um homem para ter filhos, me apoiar, fazer o que eu não tenho força para fazer, matar baratas, mas não quero ser mandada por ele. Quero que ele me console quando eu chorar, que ele me defenda quando me agredirem e nunca se interesse por outra mulher. Já entendi porque é que os homens traem mais do que nós. É porque o que nos excita é a conversa deles, é o que eles dizem, e eles não andam o tempo todo falando aos nossos ouvidos enquanto o que os excita é ver o nosso rosto, nossos seios, nossa cintura, nossa bunda, nossas coxas, enfim, nosso corpo, e tudo isso eles estão vendo o tempo todo, coberto ou não. Então, nós somos assediadas apenas quando eles nos dão uma cantada, dizem algum galanteio que às vezes é de bom gosto e outras é grosseiro, e eles são assediados o tempo todo porque basta nos ver de biquine ou mesmo de roupa justa, shorts, minissaia, decotes, animam-se, o organismo começa a reagir e partem para cima de nós. Há algo de hipócrita em nosso comportamento. Fazemos de conta que não estamos desejando nada, apenas andar na moda, não é verdade. Sabemos que a excitação deles se dá pela visão, não precisamos dizer nada para impressioná-los, basta mostrar algum pedaço do nosso corpo. Veja só aonde cheguei. Se for assim, as muçulmanas têm razão com suas burcas, Deus me livre, que contradição. Aqui, andamos seminuas e os homens se controlam, não nos atacam a toda hora; nos países islâmicos, as mulheres têm que andar cobertas para não sofrerem agressões. As mesquitas estão cheias de homens loucos por sexo, rezando com medo do Inferno. Com toda a nossa devassidão, somos menos hipócritas do que eles lá no Oriente. Acho o Islamismo pior do que o Cristianismo, este pelo menos ninguém leva a sério, cada um interpreta como quer já que as igrejas são totalmente desmoralizadas. Mas, enfim, a mulher existe ou não? O homem existe, a mulher, não. É isso? Quando digo "o homem" estou designando todos os homens; quando digo "a mulher" não posso estar me referindo a todas as mulheres senão a uma só. Por quê? Sabe o que eles dizem? Que o homem tem como ser representado – por seu pênis. A mulher, não, porque não tem nada onde o homem tem o pênis. Quem tem com que se representar, existe; quem não tem, não existe, pronto, voilà. Só não sei dizer por que é que dois peitos bem na frente do nosso corpo não servem para nos representar se são até chamados de "comissão de frente". E eles, os homens, não têm nada no tórax. Gosto da expressão "peito de homem" para designar uma coisa que não serve para nada, por exemplo, trema, letras duplas como em Mello, Motta; o cargo de primeira dama; o parlamento numa ditadura e assim por diante. Então, se Lacan fosse mulher, teria dito "o homem não existe, porque não tem seios, não tem representação". Será que iam dar crédito a isso? Acho difícil, muito difícil. Iam dizer que a Lacan era maluca, que eles não tinham peitos, mas tinham pênis. Eu, por mim, faria um acordo: vocês existem, porque têm pênis; e nós também, porque temos seios. Isto seria mais sensato do que dizer: o homem existe; a mulher, não. E ainda completam: a mulher só existe uma a uma, na sua solidão, cada uma tem que se inventar. Isso lembra a Simone de Beauvoir: "não se nasce mulher"... Será que ela era trans? Por aquela foto em que ela aparece nua, mesmo de costas, não parece não. E naquele tempo não havia essa cirurgia nem silicone. Aquela ali nasceu mulher, é o que eu penso, voilà. Mas enfim, chega, já peguei meu bronze, pode ser que outra hora eu encontre alguém que dê uma luz para clarear essas ideias, saber se eu existo ou não. Durante o resto das férias, boa parte de cada dia foi dedicada a visitar outras pousadas, consultas à polícia, indagações a todos os grupos de jovens, passeios a praias vizinhas em que o caderno era mostrado, tudo, tudo foi feito numa busca inútil, sem o acréscimo de nenhuma pista, nenhum sinal. Fernando e os pais, lamentando o fracasso de seus esforços, fizeram as malas e regressaram a São Paulo com a justa dúvida sobre a existência da dona do caderno levado como lembrança de um verão.
Escrito por César Garcia às 19h08
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É OU NÃO É?
ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU Nosso conhecimento sobre o que vemos em nosso planeta e o que admiramos no espaço tem-se expandido continuamente com o avanço da ciência. Seja pelo que descobrimos por meio de microscópios, seja pelo que sabemos com a ajuda de telescópios, nosso assombro é cada dia maior e dizemos repetidamente que o universo é fantástico, é infinitamente grande, sem começo nem fim, inesgotável, inexplicável, misterioso. Até mesmo esta capacidade de avaliar o que vemos ao nosso redor parece-nos algo maravilhoso porque achamos que os outros animais não a possuem. Cabe no entanto pensar que este deslumbramento é relativo. Para outros seres dotados de inteligência muito superior à nossa, o universo talvez não fosse tão maravilhoso, tão incompreensível, tão fascinante. Onde buscar critérios mais objetivos, livres da relatividade de nossa natureza para julgar friamente se o universo é ou não é extraordinariamente fabuloso? Na ausência de uma resposta, podemos pelo menos fazer-nos mais algumas perguntas: o encanto que o universo nos causa era maior quando os homens acreditavam ter sido ele criado por um ser infinitamente poderoso? Sabermos que não foi criado, que sempre existiu de uma forma ou de outra, deixa-nos menos humilhados diante de sua grandiosidade? Quais são as conseqüências da descoberta de que tampouco fomos criados, mas que evoluímos, sobre a nossa mente? Não temos uma alma imortal como pensávamos; as regras do nosso comportamento foram estabelecidas por nós mesmos; não somos capazes de viver em paz; um dia vamos desaparecer para sempre, como as demais espécies; o universo continuará seguindo seus processos tão misteriosos para nós e tão simples em si mesmos.
Escrito por César Garcia às 19h21
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CITAÇÃO
"Todo escritor acredita na valia do que escreve. Si mostra é por vaidade. Si não mostra é por vaidade também.
Não fujo do ridículo. Tenho companheiros ilustres.
O ridículo é muitas vezes subjetivo. Independe do maior ou menor alvo de quem o sofre. Criamo-lo para vestir com ele quem fere nosso orgulho, ignorância, esterilidade." Mário de Andrade, em PAULICEA DESVAIRADA.
Escrito por César Garcia às 16h14
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RESENHA
| | | | | RRESENHA DO CONTO O FIM O breve conto O FIM, de Jorge Luis Borges, lido em nossa oficina, já foi bastante estudado como se pode ver em páginas argentinas da Internet. O cenário compõe-se de uma venda situada numa imensa planície cujo proprietário (Recabarren) sofreu um AVC e tem um lado do corpo paralisado. Está deitado e vê quase tudo o que se passa dentro e fora da venda. Há um narrador que na metade do conto cede a palavra aos personagens e no final a retoma. Venda é a tradução dada por Carlos Nejar, no livro FICÇÕES, para a palavra pulperia, em espanhol, termo de origem sobre a qual não há consenso. Pulpo significa polvo, mas esses estabelecimentos típicos em praticamente toda a América hispânica estavam longe de ser vendedores de polvos. Vendiam um pouco de tudo, particularmente bebidas e alguns alimentos. A palavra caiu em desuso, substituída hoje por outras mais comuns. Aí aconteciam com freqüência as payadas, correspondentes ao nosso desafio, improviso. No conto, um negro toca violão e espera alguém durante dias para um acerto de contas que é a cena principal. Seu adversário, que vai morrer varado por um facão, é ninguém menos que Martin Fierro, personagem do poema épico do poeta argentino José Hernández. Isto se sabe pelas palavras do próprio Borges: "Fuera de un personaje - Recabarren - cuya inmovilidad y pasividad sirven de contraste, nada o casi nada es invención mía en el decurso breve de [El fin]; todo lo que hay en él está implícito en un libro famoso y yo he sido el primero en desentrañarlo o, por lo menos, en declararlo."
Ele cria, no conto, um novo final para o poema com a morte de Martin Fierro que, na versão original, chega a uma conciliação com seu adversário: "Podemos imaginar una pelea más allá del poema, en la que el moreno venga la muerte de su hermano" . | | | | |
Escrito por César Garcia às 19h15
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NÃO PERCA
Visite este blog: http://www.traco-freudiano.org/blog/?m=201103&paged=2 Lá você encontra livros, contos, poemas, resenhas e outras matérias ligadas à literatura.
Escrito por César Garcia às 12h31
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